Vitamina B7 (Biotina): faixa ideal funcional e de referência
Faixa ideal funcional: mulher 300 - 500; homem 300 - 500; criança 300 - 500.
A dosagem de vitamina B7 (biotina) integra a avaliação nutricional e avalia o próprio nutriente. Esta página mostra o alvo funcional, comum a mulheres, homens e crianças, dentro da referência do laudo.
Faixa ideal funcional × faixa de referência
| Perfil | Faixa de referência | Faixa ideal funcional |
|---|---|---|
| Mulher | 100 - 600 ng/L | 300 - 500 |
| Homem | 100 - 600 ng/L | 300 - 500 |
| Criança | 100 - 600 ng/L | 300 - 500 |
Categoria: Avaliação Nutricional.
Nutrientes avaliados por este exame
Na prática clínica
A biotina é uma vitamina do complexo B que atua como cofator de enzimas envolvidas no metabolismo de carboidratos, gorduras e aminoácidos. Costuma ser lembrada nas queixas de pele, cabelo e unhas, mas sua dosagem tem outro valor: dar um número objetivo a algo que, de outro modo, só se supõe pela clínica. A referência laboratorial é a mesma para os três grupos, de 100 - 600 ng/L. A faixa ideal funcional é de 300 - 500, concentrada na região central do intervalo. Isso significa que um resultado próximo do limite inferior do laudo é aceito como normal, mas fica abaixo do alvo funcional, e o mesmo vale para valores muito próximos do limite superior, que ficam acima dele. Um ponto prático para quem solicita o exame: a biotina é amplamente usada em suplementos, e a coleta feita pouco depois de seu uso pode refletir a ingestão recente, e não o estado habitual. Registrar esse dado ao interpretar o resultado evita conclusões enganosas. Também é prudente lembrar que a biotina pode interferir em ensaios laboratoriais de outras dosagens, o que justifica informar o laboratório sobre o uso. Reavaliar com o mesmo método dá uma comparação mais fiel entre coletas.
Perguntas frequentes
Qual a faixa ideal funcional da vitamina B7 (biotina)?
De 300 - 500 para mulheres, homens e crianças. A referência laboratorial é de 100 - 600 ng/L.
O uso recente de biotina interfere no resultado?
Pode refletir a ingestão recente em vez do estado habitual. Informar o uso ao laboratório e registrar o momento da última ingestão ajuda na interpretação.
